Os desafios de migrar para a nuvem privada

Gerenciar e identificar processos operacionais ainda são uma barreira para muitos projetos de cloud computing.

Quando o mercado começou a falar em cloud computing (computação em nuvem), a maior parte das atenções do setor estava concentrada no conceito de nuvem pública. Uma situação estimulada pela divulgação do modelo por parte dos grandes fornecedores, como a Google e a Amazon. Hoje, no entanto, a prioridade dos departamentos de TI que estudam a adoção de cloud é investir na arquitetura de nuvem privada, principalmente, por conta de questões relacionadas à segurança.

 Em seu blog, Tom Bittman, vice-presidente da consultoria Gartner, afirma que, de acordo com um levantamento realizado com executivos de TI, as questões de segurança e de privacidade são as principais barreiras para a adoção de computação em nuvem. Ainda segundo outro estudo conduzido por ele, 75% dos profissionais que planejam adotar cloud computing, até 2012, dá prioridade para a nuvem privada.

 Bittman deixa claro, no entanto, que as nuvens privadas também têm sua dose de desafios e que eles não estão restritos apenas às questões de segurança. A dificuldade de gerenciar e de identificar processos operacionais ainda é uma barreira para muitos projetos, sem contar com os investimentos e a preparação necessários para migrar os ambientes tradicionais de TI para cloud computing.

 De fato, trocar um data center convencional – mesmo aquele com servidores virtualizados – para uma arquitetura de nuvem privada não constitui uma tarefa fácil. Para piorar a situação, ainda não existem no mercado fornecedor de soluções completas para esse tipo de ambiente e a própria indústria diverge sobre os conceitos básicos de cloud computing.

 Virtualização é apenas um dos itens

 Na perspectiva de muitos gestores de TI, a nuvem equivale a uma solução de virtualização. Normalmente, aquilo que descrevem como um projeto de cloud computing nada mais é do que uma estrutura virtual, ou seja, com os equipamentos e sistemas compartilhando recursos sob demanda.

 “Virtualização e nuvem, no entanto, não são a mesma coisa”, explica o vice-presidente e analista sênior da consultoria Ideas International, Tony Iams. Para ser considerada cloud, a arquitetura precisa ter a camada de administração e de automação virtualizada. Isso significa oferecer uma variedade de recursos – como processamento, armazenamento e rede – como serviço.

 Na nuvem, Iams destaca que um único comando ou requisição dispara uma série de ações “e a seqüência em que elas ocorrem é fácil de especificar e de coordenar”, detalha.

 Comparação com data centers tradicionais

 Em um centro de processamento de dados convencional, a cada vez que um novo servidor é implementado, um profissional precisa fazer todas as configurações necessárias e integrar o equipamento à infraestrutura já existente. No caso de nuvens privadas, esse tipo de intervenção humana é mínima, de acordo com o diretor de cloud computing da Verizon, Jeff Deacon.

 “Nesse ambiente, é possível fazer as configurações por um console único”, afirma Deacon. “Dessa forma, a equipe de TI se livra da tarefa de se ‘logar’ em diferentes terminais para ajustar as configurações de segurança, de rede e de funções do sistema”, detalha.

 Outra diferença entre cloud privada e data centers tradicionais envolve os processos de TI. Para tirar vantagem da nuvem, muitas vezes, as empresas precisam readequar a arquitetura de dados e revisar alguns processos. Um exemplo clássico é o das regras para buscar investimentos para adquirir mais capacidade de storage, rede ou servidores. “De forma geral, os departamentos de TI têm de cumprir uma série de requisitos”, cita o presidente da empresa de pesquisas New Riber Marketing Research, Bill Claybrook. Ele considera que esse tipo de burocracia não combina com o modelo de cloud, “no qual a decisão de compras não pode demorar semanas, mas deve ser coisa de minutos”, informa.

 As empresas precisam também rever todo o legado de aplicações para tirar vantagem da cloud privada. Isso porque, as organizações têm muitos sistemas rodando em mainframes e plataformas Unix, enquanto que, no ambiente da nuvem, a maior parte das soluções roda em x86.

Entre em contato com a TID Tecnologias e conheça as atualizações nas áreas de automação e plataforma multiusuário.

 TID Tecnologias – (51) 35948739.

Fonte de pesquisa Computerworld.

A era do LED

Evolua com o LED (Light Emitting Diode)

O LED (Diodo Emissor de Luz) é um meio de reduzir de forma sensível o consumo de energia elétrica sem poluir o meio ambiente.

LEDO LED é um diodo (semicondutor) emissor de luz monocromática, produzida pelas interações energéticas do elétron. O processo de emissão de luz pela aplicação de uma fonte elétrica de energia é chamado eletroluminescência. O LED emite menos carbono no seu processo de fabricação, não contém metais pesados (mercúrio, chumbo) e todos seus componentes são recicláveis, sendo um produto ecologicamente correto. É um meio de reduzir de forma sensível o consumo de energia elétrica sem poluir o meio ambiente com metais pesados no descarte da lâmpada queimada.

O LED começou a ser produzido em larga escala nos anos 70, sendo utilizado principalmente em produtos eletrônicos como indicadores de liga e desliga. Com a revolução tecnológica até a criação do LED emissor de luz branca, chegou-se ao LED de alto fluxo e alta potência. Foi à descoberta de uma forma mais eficiente de transformar eletricidade em luz, ampliando suas possibilidades de utilização.

Além disso, a evolução das luminárias para utilização das lâmpadas LED também é um fator importante. Ainda recentemente só estavam disponíveis luminárias adaptadas, que causavam grandes perdas de potencial de iluminação e apresentavam um design inadequado aos modelos de lâmpadas disponíveis. A grande evolução de soquetes e adaptadores também foi fundamental, pois tornaram as lâmpadas LED usuais e de aplicação direta.

Vantagens do projeto em LED

Tecnologia e economia (de 60% a 85% menos em energia): o caminho para o futuro

Um Sistema de Iluminação em LED é composto por várias lâmpadas e cada lâmpada composta por dezenas de LEDs. Em caso de queima de um dos LEDs, o restante continua ativo, gerando segurança no local e plena continuidade do nível de iluminação. O Sistema de Iluminação em LED possui ainda uma maior reprodução de cor e emite mais brilho que as lâmpadas convencionais.

O LED emite menos carbono no ser processo de fabricação, não contém metais pesados (mercúrio, chumbo) e todos seus componentes são recicláveis, sendo um produto ecologicamente correto. É um meio de reduzir de forma sensível o consumo de energia elétrica sem poluir o meio ambiente com metais pesados no descarte da lâmpada queimada.

Além disso, o Sistema de Iluminação em LED possui um baixíssimo consumo de energia, chegando a consumir até 60%menos que as lâmpadas fluorescentes e até 85%menos que as lâmpadas incandescentes. Com vida útil de aproximadamente 100.000 horas(12 anos), pode durar até 100 vezes maisque as lâmpadas incandescentes.

Energia Solar e LED

Entre as vantagens dos Sistemas de Iluminação em LED, estão ainda: melhoria do design das luminárias para uso residencial, qualidade superior à atual para uso de energia solar, redução de custos, adaptabilidade “full” para luminárias fluorescentes, facilitação de usos (visando à criação de “cultura” de uso do LED para redução de consumo energético no Brasil e no mundo), além de aplicações em cromoterapia e efeitos decorativos diferenciados.

Diferenciais

O LED é um meio de reduzir de forma sensível o consumo de energia elétrica sem poluir o meio ambiente.

  1. A alimentação elétrica de um LED é por baixa tensão, através do driver poderá ser de 110/220 V AC 50/60 Hz ou até mesmo 12 V DC;
  2. A cor do fluxo luminoso pode ter várias tonalidades, possibilitando diversos efeitos; Expectativa de vida é de até 100.000h (12 anos);
  3. Não contém partes móveis, eliminando quebras ou trincas por efeito de vibrações; Cada um dos módulos funciona independente dos outros. Em caso de dano a um ou outro módulo, os outros continuarão a funcionar normalmente;
  4. Praticamente 90% da energia consumida são transformadas em luz;
  5. São 100% reciclável e não possui mercúrio ou outras substâncias agressivas à natureza;
  6. Sua elevada durabilidade reduz acentuadamente a deposição de materiais na natureza; 
  7. Não emite radiações ultravioletas ou infravermelhas. Não aquece, ataca, altera ou envelhece os objetos expostos à sua luz; 
  8. Por não emitir radiação ultravioleta, não atrai a maioria dos insetos;

A TID Tecnologias aguarda seu contato (51) 3594-8739 ou francisco@titecnologias.com.br , para desenvolver um projeto para sua empresa.

Bons negócios.

FIAP(Faculdade de Administração e Informatica) testa o U-170

NCOMPUTING U170

Fernando Adamo de Araújo*

O NCOMPUTING U170 é uma evolução dos Thin Client e se mostrou bastante adequado para soluções corporativas de uso específico.

O primeiro ponto que chama atenção é a simplicidade na instalação do NCOMPUTING U170. Basta instalar o software do equipamento no servidor onde estão os aplicativos que o usuário irá compartilhar.

Por sua vez, no NCOMPUTING instala-se apenas o monitor, teclado e mouse. Em cada equipamento utilizam-se um cabo USB 2.0 conectado à máquina principal. Na versão testada podem ser utilizadas até nove estações NCOMPUTING.

A partir da instalação física do equipamento, o processo fica muito simples. A utilização do dispositivo é bastante intuitiva e funciona quase como um dispositivo plug and play. No momento em que se conecta o equipamento à máquina principal, uma tela de login do Windows é aberta. Digita-se usuário e senha e já é possível ter acesso aos recursos compartilhados. O usuário pode ser local ou da rede corporativa.

Em relação ao desempenho, para a área administrativa funciona muito bem. Porém quando testamos em laboratórios onde os programas necessitam de maior poder de processamento e/ou memória de vídeo, como IDEs Java/MS Visual Studio e programas Gráficos, entre outros, o desempenho cai consideravelmente. Nestas condições, a necessidade de processadores mais rápidos e maior disponibilidade de memória são fundamentais. 

Os softwares administrativos utilizados foram: pacote Office, clientes de sistemas ERP e navegadores de internet. Nos laboratórios de teste foram utilizados, além dos softwares administrativos, programas que exigem mais processamento e memória: IBM Rational Suite e Eclipse, Microsoft Visual Studio. Net e Oracle SQL Developer e SQL Developer Data Modeler. Ainda assim, praticamente não se perde em qualidade de resolução de vídeo nos equipamentos, o que possibilita, inclusive, assistir vídeos de alta qualidade.

Do ponto de vista de rede, a utilização da porta USB permite conexões com velocidade de até 480 Mbps. Uma placa de rede padrão geralmente está limitada a 100 Mbps. O cabo USB também traz a vantagem de alimentação de energia do equipamento. Por ser um aparelho pequeno podemos levá-lo para qualquer parte da empresa. 

Neste modelo, pode-se instalar até nove equipamentos em um único computador, portanto é indicado para instalações pequenas. Há outros modelos, inclusive da NCOMPUTING, que permitem a ligação de até 30 equipamentos. A conexão, porém, é via placa de rede, o que faz com que haja perda de algumas das vantagens listadas.

O foco do equipamento é para uso corporativo e, pelos testes, mostra-se como uma boa solução para usuários de sistemas de uso geral, como editores de texto, planilhas eletrônicas, navegação na internet e serve ainda muito bem para sistemas ERP/CRM, como telemarketing, bibliotecas, almoxarifado, financeiro, comercial, etc. Nestes setores há ganhado no espaço, economia de energia e menor investimento em equipamentos, além de diminuir a complexidade na manutenção de sistemas, incluindo antivírus. Tudo isso diminui o custo total de propriedade (TCO) e permite um retorno sobre o investimento (ROI) bastante adequado.

*Fernando Adamo de Araújo é formado em Administração de Empresas pela FIAP – Faculdade de Administração e Informática. Atualmente é responsável pela infra-estrutura de TI da FIAP.

Cloud Computing é com o L300

Desktops virtuais NComputing série L 300 –

http://pt.ncomputing.com/Products/LSeriesEthernetconnected.aspx   

NCOMPUTING lança o L300. Com ele você vai ficar nas nuvens.

Chegou o produto que redefinirá o conceito da virtualização de desktops. Uma das maiores preocupações dos usuários estava vinculada ao funcionamento das aplicações multimídia em sistemas virtualizados. A NCOMPUTING resolveu este problema e oferece aos seus usuários uma tecnologia poderosa, capaz de rodar as aplicações multimídia em sistemas virtualizados – o Desktop Virtual L300 com o software vSpace™. O mais novo dispositivo de acesso, o Desktop virtual L300 é capaz de entregar ao usuário as facilidades das aplicações multimídia, além de redirecionamento transparente e suporte a dispositivos USB. Combinado com o software vSpace da NComputing, o L300 proporciona uma rápida migração para uma infraestrutura integral de desktops virtuais, fácil de implementar e com baixo custo.

 Linha L300

Chegou o produto que redefinirá o conceito da virtualização de desktops. Uma das maiores preocupações dos usuários estava vinculada ao funcionamento das aplicações multimídia em sistemas virtualizados. A NComputing resolveu este problema e oferece aos seus usuários uma tecnologia poderosa, capaz de rodar as aplicações multimídia em sistemas virtualizados – o Desktop Virtual L300 com o software vSpace™. O mais novo dispositivo de acesso, o Desktop virtual L300 é capaz de entregar ao usuário as facilidades das aplicações multimídia, além de redirecionamento transparente e suporte a dispositivos USB. Combinado com o software vSpace da NComputing, o L300 proporciona uma rápida migração para uma infraestrutura integral de desktops virtuais, fácil de implementar e com baixo custo.

 Destaques do L300

 Flexível e econômico: graças ao software de virtualização vSpace, o L300 pode ser utilizado juntamente com as tecnologias de virtualização de servidores como o VMware, Citrix e Microsoft. O vSpace agrega ainda mais valor ao mudar a estrutura típica do desktop virtual ampliando a capacidade de um usuário para trinta usuários por máquina virtual. Isto tem um impacto positivo e direto nos gastos operacionais e na redução imediata em todos os custos dos PCs, como aquisição, suporte técnico, manutenção e substituição de desktops por obsolescência.

 Multimídia: o L300 usa uma tecnologia de hardware capaz de entregar ao usuário suas aplicações multimídia, eliminando as restrições da rede de computadores. Você poderá assistir vídeos com qualidade DVD em tela cheia (resolução de até 1920×1080). Além disso o L300 permite aplicações onde somente deseja-se conectar dispositivos USB 2.0. O L300 tem a potência e flexibilidade para funcionar com o que você escolher.

 Cabe no seu orçamento: O L300 redefine o investimento em dispositivos thin e zero Client. É uma solução completa para desktops virtuais que pode ser implementada por uma fração do custo dos PCs, e apresentar economias continuas na administração, manutenção e operação da área de TI.

 Fácil de implantar: Tanto no caso em que você precise de quatro estações de trabalho em uma filial remota ou quatro mil em um escritório corporativo, o L300 pode ser implementado facilmente usando as ferramentas administrativas do vSpace.

 Fácil de administrar: O L300 utiliza a tecnologia zero Client. Uma vez implementado, não há aplicações, software ou unidades de disco rígido no terminal de acesso. O software vSpace gerencia de forma centralizada as mudanças de firmwares sem requerer a intervenção do usuário ou do time de suporte técnico.

Porque comprar L300

 Preço - o L300 é a metade do preço de Thin Client com características semelhantes e inclui o premiado software de virtualização de desktop vSpace. 

Performance - A boa experiência do usuário na sua solução de rede. Cada Terminal de Virtualização de Desktop L300 é implementado com o sistema Numo em um chip otimizado de baixa potência que permite uma experiência de desktop virtualizado de alto desempenho.

Simplicidade A solução de desktops virtuais com o L300 é fácil de gerir. O firmware pode ser atualizado automaticamente quando conectado a um servidor vSpace e o vSpace Console oferece novas ferramentas para implementar rapidamente as configurações, a vários usuários, a partir de templates para o dispositivo de acesso.

 

Outsourcing: como avaliar se vale à pena renovar o contrato

As perspectivas de que queda nos custos com serviços terceirizados de TI – de, em média, 15% ao ano – faz com que muitas empresas estudem a renegociação de contratos de outsourcing ou, até mesmo, a possibilidade de trocar de fornecedor.

Explica-se que a queda no custo dos serviços deve-se a uma série de fatores, entre eles, a crescente adoção de offshore, queda no valor pago pelo hardware e aumento do uso da virtualização.

Alguns compradores de outsourcing esperam o final do contrato estar próximo para reavaliar o investimento. Isso porque, raramente, preferem não entrar em atrito com o fornecedor durante a vigência do contrato em razão de haver tarefas para serem atendidas. “Dada à competitividade que se verifica no segmento atualmente, vários fornecedores estão se antecipando nessas pesquisas de mercado”,

“Os fornecedores sabem que vão enfrentar pressão por parte dos clientes e que serão forçados a manter os preços alinhados àqueles praticados no mercado”. Que as companhias  fiquem atentas às ofertas para saberem o que devem esperar dos atuais fornecedores.

Redução dos custos de TI

Geralmente, as companhias realizam investimentos pesados em reestruturações de recursos, projetando o retorno para alguns anos mais tarde. Os fornecedores estão ficando atentos e realizando segregações de custos. Dessa forma, a carteira de clientes não precisa se preocupar em invadir as margens de lucro dos provedores em função de ajustes de preço e outras concessões.

“À medida que o mercado ruma em direção a modelos padronizados, entre estes a nuvem, a linha que separa os custos de transição e de transformação dos investimentos operacionais, torna-se mais evidente”. Observa-se que vários prestadores de serviço entenderam a importância de separar esses custos, pois sabem que a transição é algo que cairá em outra coluna na planilha de cálculos. Assim, tomam cuidado para não misturar investimentos de naturezas distintas.

Redução dos custos de TI para serviços específicos
Serviços contratados Redução anual de custos
Serviço Desk 04 a 06 %
Suporte de desktop 10 a 12 %
Servidor e SAN 10 a 14 %
Mainframe 12 a 14 %
Gerenciamento de Rede 02 a 04 %
Telecomunicações 06 a 10 %
Data Center 12 %

Verificar preços de maneira regular pode trazer benefícios para ambas as partes. A experiência mostra que os clientes que analisam detalhadamente os prestadores de serviços e preços praticados costumam fazer melhores contratos. Após dois anos de relação contratual, alguns CIOs estão aptos a brigar por qualquer custo que esteja cinco por cento acima da média do mercado. Eles têm essa prerrogativa, apesar dessa nem sempre ser a melhor saída.

Recomenda-se que os clientes posicionem em um lado da balança os benefícios econômicos e, do outros impactos ou concessões implícitos na mudança. “Uma avaliação dá ao cliente os recursos necessários para negociar outros termos contratuais, além do preço. Já vi clientes que abriram mão de redução de preços em detrimento de outras alterações, como upgrade nos serviços prestados, alteração no escopo do acordo”, diz o consultor.

As pesquisas de preços têm custo alto porque demandam tempo e empenho por parte da equipe de TI da companhia. Mas os clientes de outsourcing não devem realizar avaliações motivadas única e exclusivamente pelo fato do contrato estar entrando no terceiro ano de vigência. Veja a seguir as perguntas que se aconselha fazer antes de discutir sobre os custos do serviço contratado:

1 – Houve algum incremento drástico no volume de trabalho ou alterações no escopo dos serviços contratados?

Caso a quantidade de profissionais de TI tenha aumentado em 30% ou mais, significa que o contrato inicial sofreu alterações imprevistas na gestão do projeto. Assim, o contrato pode estar mudando de ótimo para mais ou menos.

2 – Existe a sensação de que a empresa está pagando demais?
Os executivos de negócios têm reclamado da falta de alinhamento entre as necessidades da organização, ou estariam interessados em reduzir o orçamento de TI? “Companhias que enfrentam questões dessa natureza podem estar na iminência de realizar as pesquisas”. Afirma-se que os benefícios podem ser variados, passando por comparações de preços até a confirmação de competitividade na arena em que atuam.

3 – A relação com a empresa contratada mostra sinais de turbulência?

Problemas em acertar questões do nivelamento de serviços e outras deficiências na entrega dos serviços contratados podem ser indicativos de que a empresa está pagando menos do que devia. Nesse caso, é necessária uma avaliação do mercado para determinar se o que é pago ao provedor corresponde à realidade. Um reajuste nos honorários pagos, com o objetivo de garantir que os serviços demandados sejam entregues em tempo, pode ser justificável.

4 – Os executivos responsáveis pela contratação ainda estão na empresa?

Se restar apenas uma pessoa na empresa que conhece o conteúdo do contrato, isso não é um bom sinal. Pode ser hora de rever as condições do acordo.

O que é virtualização?

Virtualização NÃO é tendência, é REALIDADE que revoluciona o mundo da TI.

 Ao falar em virtualização, é inevitável que a maioria das pessoas a associem à ideia de vários sistemas operacionais rodando na mesma máquina. Esse é, na verdade, um dos diversos tipos de virtualização: a de HARDWARE. Se por um lado ela não é a única, por outro é, certamente, a mais perceptível.
VIRTUALIZAÇÃO

Para entender perfeitamente o conceito da tecnologia, deve-se traçar um paralelo entre o que é real e o que é virtual. Seguindo essa linha de raciocínio, algo real teria características físicas, concretas; já o virtual está associado àquilo que é simulado, abstrato. Dessa forma a virtualização pode ser definida como a criação de um ambiente virtual que simula um ambiente real, propiciando a utilização de diversos sistemas e aplicativos sem a necessidade de acesso físico à máquina na qual estão hospedados.

Isso acaba reduzindo a relação de dependência que os recursos de computação exercem entre si, pois possibilita, por exemplo, a dissociação entre um aplicativo e o sistema operacional que ele utiliza (já imaginou acessar o Microsoft Word através do Linux?).

E qual é a vantagem?

Prioritariamente, econômica. Com a iminente crise ambiental global (principal fomentadora da TI verde) e a crescente necessidade de diminuir o desperdício de recursos (incluída aí a energia elétrica), não há nada mais natural que o surgimento de alternativas para otimizar o uso de tais recursos.

TIPOS DE VIRTUALIZAÇÃO

Virtualização de Hardware

Como mencionado no começo da matéria, a virtualização de hardware consiste em rodar vários sistemas operacionais na mesma máquina. Isso é possível com o uso de programas específicos, que geram máquinas virtuais (Virtual Machines, ou VMs): estas emulam os componentes físicos de um PC, possibilitando que um sistema operacional diferente seja instalado em cada uma delas.

Virtualização da Apresentação

Virtualização da Apresentação: trata-se do acesso a um ambiente computacional sem a necessidade de estar em contato físico com ele. Isso propicia, entre outras coisas, a utilização de um sistema operacional completo (bem como de seus aplicativos) de qualquer local do planeta, como se estivessem instalados no seu PC. O conceito é bem parecido com o de acesso remoto, com a diferença de que vários usuários podem se beneficiar do mesmo sistema simultaneamente (sem interferir uns aos outros).

Virtualização de Aplicativos

A técnica consiste em ter uma única cópia de determinado aplicativo, instalada em um servidor virtual; usuários que desejarem ter acesso a tal aplicativo podem fazê-lo diretamente, sem a necessidade de que ele também esteja instalado na máquina física. A partir daí o programa pode ser executado normalmente, já que as características específicas de cada aplicativo (seus drivers, entradas no registro, DLLs e afins) são compiladas e baixadas diretamente para o PC do usuário, através da geração de um aplicativo virtual que fica à parte.

VIRTUALIZAÇÃO NO FUTURO

A virtualização está chegando com o vento em popa – suas vantagens econômicas são atrativas demais para serem resistidas. A adoção de tecnologias como a computação em nuvem só corrobora para seu inevitável progresso. Será que daqui a alguns anos poderemos acessar nossos PCs de qualquer lugar do planeta? Só o tempo dirá.

Campanha Trade In NComputing

 

                A partir de 08 de Junho a NComputing, juntamente com seus distribuidores, passa a oferecer somente aos clientes que já utilizam os modelos L100, L110, L120 e L 200 a possibilidade de atualizá-los para os modelos L130 e L230 respectivamente.

2) Quais as vantagens para o usuário final?

• Os modelos L130 e L230 estão preparados para suportar o Windows 7, Vista, XP, Server 2003 e 2008 (32 bits)*
• A nova versão do vSpace suporta Linux na distribuição Ubuntu 8.1 para a série L.
• Com os modelos L130 e L230 você conta com a ferramenta NIU (NComputing IP Utility) que permite o endereçamento de IP por usuário.
• Conta com um sistema de segurança que permite recuperar falhas de conexão e ainda o gerenciamento de vários dispositivos que fazem parte de um grupo de usuários.
• O modelo L130 suporta a resolução de vídeo 1440×900 e o L230 passou a suportar 24 bits de cor que antes chegava somente a 16bits no modelo L200.
• Série L 1XX teve redução de tamanho e peso passando de 260 para 154gramas e L2XX de 329 para 160 gramas.
• Os modelos contam com um MTBF (período médio entre falhas) ainda maior que ultrapassa 10000 horas além de áudio stereo.

* O cliente final deverá observar as regras de licenciamento Microsoft.

Como vai funcionar?

• O cliente pagará somente R$ 399,00 por um L130 e R$ 499,00 por um L230 (Preços de tabela atuais: L130 R$ 599,00 e L230 R$ 699,00).
• Será válido para os clientes que foram faturados pelo distribuidor.
• No pedido, o cliente deverá necessariamente informar o número de série do(s) equipamento(s) que será(ão) substituído(s).
• Para validar a substituição dos produtos, o cliente/revenda deverá enviar o produto antigo (terminal e fonte) com nota de doação e frete pago para CIS-GUANABARA – PREAC – UNICAMP, Rua Mário Siqueira, 829 – Botafogo – Campinas, São Paulo, CEP 13020-210 – CNPJ Unicamp: 46.068.425/0001-33.
3) Qual a garantia?

3 anos a partir da data da fatura.

4) O cliente que possui um L100, L110, ou L120 pode solicitar um L230 no trade in?

Sim.

5) O cliente que possui um L200 pode solicitar um L130 no trade in?

Sim.

6) Qual a duração da campanha?

De 08/06/2010 a 08/09/2010 ou enquanto durarem os estoques.

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